terça-feira, 30 de junho de 2009

Review: Audio-Technica CK32



Hoje irei fazer algo um pouco diferente. Acabo de receber uma encomenda que fiz de um fone “in-ear” ATH-CK32, e como não encontrei tantas informações quando estava pesquisando qual fone comprar, irei fazer um pequeno review dele nesse pouco tempo que o testei.

Primeiramente, os fones “in-ear”, basicamente, são aqueles fones em que o som é “jogado” diretamente no canal auditivo. Ao contrário do que parece, é menos prejudicial à audição do que os fones convencionais, ou “earbuds”, pois, ao jogar o som direto no canal auditivo, não se faz necessária a utilização de um volume tão alto na reprodução do áudio. Dessa forma, alcança-se uma qualidade sonora muito maior e sem prejudicar tanto a audição.

Quanto ao ATH-CK32, logo de cara já posso fazer algumas observações: visual muito bonito e simples, e acabamento legal também. O cabo parece ser de boa qualidade, e o a “cabeça” do fone é muito discreta e bonita. Ele vem ainda com três tamanhos diferentes dos plugs para o ouvido, além de uma bolsa para se guardar o fone Já quanto ao áudio, não posso falar muito, pois ainda estou amaciando ele usando o “Pink noise”, então espero que o som ainda melhore bastante. Mas a diferença para esses fones convencionais é gritante. A qualidade sonora é absurda. É outra realidade. É possível ouvir cada detalhe da música, e sem o volume estar no “talo”. Com meus fones antigos eu ouvia com volume máximo e ainda achava baixo e sem muita qualidade. Com o CK32, escuto no mesmo aparelho com metade do volume que utilizava antes com uma qualidade incomparável. Graves bem definidos, limpos, e agudos bonitos e agradáveis.

Caso você goste muito de ouvir música, e goste de um BOM som, um fone “in-ear” é a pedida. Não compre esses genéricos, pois o “in-ear” joga todo o som dentro do ouvido. Se for som bom, será todo o som bom, se for som ruim, irá todo o som ruim. Portanto é muito importante que você pesquise antes, e se prepare pra gastar um pouco mais do que você gastaria com um fone, mas com retorno garantido, tanto na saúde como na satisfação pessoal.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Alegria da bola na Copa das Confederações



A Copa das Confederações, realizada um ano antes da Copa do Mundo de futebol, serve como ensaio para a maior competição mundial. Um ensaio de luxo, reunindo oito seleções de alto escarpe no cenário futebolístico. Serve também como um termômetro da torcida, como medição do entusiasmo que o público anfitrião possui pra esse grande evento. A maior mostra disso é essa edição da copa, primeira realizada no magnífico continente africano, mais precisamente na tão sofrida África do Sul.

É incrível a alegria desse povo com a realização da Copa. Num país que sofreu tanto com o Apartheid, é muito bom de se ver que a alegria africana não morreu com o fim do regime. Na torcida, os anfitriões realizam uma verdadeira festa em boas vindas ao melhor do futebol internacional. Coreografias, caras pintadas, fantasias e as tão barulhentas cornetas ditam o ritmo do show das arquibancadas que será a Copa do Mundo de 2010. Muitas vezes não estão nem ligando para o jogo, dançando de costas para o campo e felizes por apenas estarem fazendo parte da história, não apenas como coadjuvantes, mas também como personagens de destaque.

A alegria do povo africano é impressionante, e mostra que mesmo numa situação dificílima, de pobreza e esquecimento por parte dos “líderes mundiais” não se deve perder a alegria. A África não deve perder sua tão fascinante identidade. E o futebol só contribui para amenizar as grandes dificuldades passadas pelos africanos. É uma lição de vida, e só nos deixa ainda mais ansiosos pelo show que será a Copa do Mundo 2010, com espetáculo não só dentro de campo, mas fora também.

Viva a África!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A volta

Bom, depois de muito tempo estou voltando a escrever aqui nesse ilustre espaço. Peço desculpa por esse hiato, tentarei atualizar o blog pelo menos uma vez por semana de agora em diante, seguindo a mesma linha de antes. Estou ainda estudando algumas possibilidades de alguns amigos meus me auxiliarem aqui na atualização também, o que daria uma nova gama de assuntos a serem tratados no blog. Então é isso, volto à ativa, e em breve estarei atualizando com mais um artigo saído do forno. Muito obrigado a todos que lêem, e principalmente à minha professora de sociologia, Conceição Lafayette, por ter me encorajado a voltar a escrever aqui. Até a próxima ;)

sábado, 11 de outubro de 2008

Tecnologia e qualidade de vida

A tecnologia é um dos fatores responsáveis pelo atual nível de desenvolvimento no mundo todo. Mas será que ela, por si só, garante uma boa qualidade de vida à sociedade em geral?

Com o crescimento da tecnologia nos diversos ramos da atividade humana, o modo de vida dos grupos sociais se alterou de forma considerável. O grande fluxo de capital também acaba exercendo forte influência sobre esses novos hábitos, e modifica o nível de vida de grande parte da população.

Porém, esse desenvolvimento possui vantagens e desvantagens. Os avanços da medicina e da informação são os dois grandes responsáveis pela qualidade de vida atual. Mas em contrapartida há uma espécie de diminuição das relações sociais, acarretada pelo crescente uso do computador e de outros mecanismos de trocas de informação.

No saldo geral, a tecnologia garante sim a qualidade de vida da população, pois em menor ou em maior escala proporciona a esta, certas vantagens e facilidades. Desta forma, mesmo com uma menor socialização, a humanidade tem que agradecer aos constates progressos tecnológicos e tentar crescer cada vez mais

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Uma liberdade controlada

Desde o surgimento das primeiras formas de Estado, o homem viu a necessidade da criação de normas que possibilitassem o adequado convívio social. Aliando instinto à regulamentação pública, ele tratou de conciliar desenvolvimento às práticas de relacionamento entre as pessoas. Mas será que as leis acabam com a liberdade ou garantem a boa convivência social?

O ser humano, racional e capaz de mudar a realidade que o circunda, tem por sua natureza a destruição. Dificilmente as pessoas conseguiriam manter um convívio de bem-estar e de intensas trocas sociais harmônicas se não existissem normas que regessem toda esta complexa teia de relações comportamentais.

Em uma sociedade onde a competição é fundamental para o sucesso profissional, por muitas vezes acabam ocorrendo atritos entre pessoas, que só não se tornam piores devido a um limite estabelecido pelas leis jurídicas. Mas elas não podem legislar sozinhas. É preciso que haja o uso do bom-senso também, para que ocorra um melhor aproveitamento dos potenciais individuais.

Sendo assim, as normas criadas, apesar de limitadoras, ironicamente acabam por garantir a liberdade do homem, já que dificilmente a humanidade perduraria sem leis que regulamentassem o bom convívio entre os povos. O homem é livre, mas precisa saber administrar sua liberdade.