segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dia Mundial do Rock - 13 de Julho

Hoje é o dia Mundial do Rock, o maior de todos os ritmos.
Num futuro post, farei um breve histórico do Rock.
Unica coisa que tenho a dizer hoje: Let's Rock!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Banda da semana: Muse


Posso resumir Muse em apenas uma palavra: Rock! Trio britânico de rock, é uma ovelha negra num mar de bandas burocráticas, que fazem um som vendido, repetitivo e comercial. Muse se sobressai no cenário rock ao fazer uma música honesta, de boa qualidade, chegando em alguns momentos à virtuosidade, mas sem perder a alma do bom e velho rock n’roll. Com apenas três integrantes, misturando guitarra, bateria, baixo, teclados e sintetizadores, conseguem uma música que muitas bandinhas por ai não chegam nem perto.

Na voz única de “Matt” Bellamy, e sua guitarra psicodélica; nas bem trabalhadas linhas de baixo de “Chris” Wolstenholme; e na bateria enérgica de “Dom” Howard, Muse alcança um nível que há muito tempo não se via na música.

Para quem diz que o Rock está morto, apresento-lhes “MUSE”.

Site oficial: www.muse.mu

Membros:

  • Matthew Bellamy – voz, guitarra, teclados
  • Dominic Howard – bateria e percussão
  • Christopher Wolstenholme – baixo, teclado, segunda voz

Discografia:

· Showbiz (1999)

· Origin Of Simmetry (2001)

· Absolution (2003)

· Blackholes and Revelations (2006)

· The Resistance (2009)



quarta-feira, 8 de julho de 2009

É bonito ser burro?



Ao que parece, agora é. Fico inconformado com a alienação, principalmente do povo jovem, em relação a alguns temas que são fundamentais dentro de uma sociedade. Temas que interferem diretamente na vida dessas pessoas, e que elas não se importam em conhecer mais a fundo, e ter um bom embasamento para discussões.

Falo aqui principalmente sobre a política. Não só o jovem, mas uma boa parcela da população é ”apolitizada”. Não querem saber quem está no poder, quem está nos representando, quem está nos desrespeitando lá no alto escalão do poder nacional. Se conhecesse, e tivesse um pouco mais de compromisso com sua cidadania, talvez o Brasil não fosse essa “zorra política” que é hoje. Fico indignado quando chego para conversar com alguém sobre política, e essa pessoa mal sabe dizer quem é o governador do Estado, e ainda diz que não “ta nem ai”, e quer viver a vida dela. Porém, ela não vai “viver a vida dela” se esse governador não honrar seus compromissos. E agora José? Como ela vai poder cobrar e exigir, se ela não sabe nem o que ele está fazendo?

Esse é o meu ponto. A alienação política. A política está em nossas vidas. Por que trata-la como algo que não tem importância? Por que achar que ela é assunto exclusivo de quem está dentro de algum partido ou algo semelhante? Nossa vida é política! Então não há porque ignora-la.

Post de revolta.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Banda da semana: Gogol Bordello

Começo hoje a fazer o “Banda da Semana”. Toda sexta irei falar um pouco de alguma banda, claro, refletindo o meu gosto musical. A banda de hoje é chamada Gogol Bordello. Uma das bandas que mais estou escutando ultimamente. Fazem um chamado “gipsy-punk” (punk-cigano) extremamente energizante, movido a muito álcool, na voz de peculiar Eugene Hütz!

Site oficial: www.gogolbordello.com

Membros:
• Eugene Hütz (voz, violão, percussão) - Ucrânia
• Sergey Ryabtsev (violino, vocal de apoio) - Rússia
• Yuri Lemeshev (acordeão, vocal de apoio) - Rússia
• Oren Kaplan (guitarra, vocal de apoio) - Israel
• Thomas Gobena (baixo vocal de apoio) - Etiópia
• Eliot Ferguson (bateria, vocal de apoio) – Flórida (EUA)
• Pamela Jintana Racine (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - Tailândia/EUA
• Elizabeth Sun (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - China/Escócia
• Pedro Erazo (percussão, MC) - Equador
• Stevhen Iancu (acordeão) - Japão/Romênia

Discografia
• 1999: Voi-La Intruder
• 2002: Multi Kontra Culti vs. Irony
• 2005: Gypsy Punks: Underdog World Strike
• 2007: Super Taranta!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Review: Audio-Technica CK32



Hoje irei fazer algo um pouco diferente. Acabo de receber uma encomenda que fiz de um fone “in-ear” ATH-CK32, e como não encontrei tantas informações quando estava pesquisando qual fone comprar, irei fazer um pequeno review dele nesse pouco tempo que o testei.

Primeiramente, os fones “in-ear”, basicamente, são aqueles fones em que o som é “jogado” diretamente no canal auditivo. Ao contrário do que parece, é menos prejudicial à audição do que os fones convencionais, ou “earbuds”, pois, ao jogar o som direto no canal auditivo, não se faz necessária a utilização de um volume tão alto na reprodução do áudio. Dessa forma, alcança-se uma qualidade sonora muito maior e sem prejudicar tanto a audição.

Quanto ao ATH-CK32, logo de cara já posso fazer algumas observações: visual muito bonito e simples, e acabamento legal também. O cabo parece ser de boa qualidade, e o a “cabeça” do fone é muito discreta e bonita. Ele vem ainda com três tamanhos diferentes dos plugs para o ouvido, além de uma bolsa para se guardar o fone Já quanto ao áudio, não posso falar muito, pois ainda estou amaciando ele usando o “Pink noise”, então espero que o som ainda melhore bastante. Mas a diferença para esses fones convencionais é gritante. A qualidade sonora é absurda. É outra realidade. É possível ouvir cada detalhe da música, e sem o volume estar no “talo”. Com meus fones antigos eu ouvia com volume máximo e ainda achava baixo e sem muita qualidade. Com o CK32, escuto no mesmo aparelho com metade do volume que utilizava antes com uma qualidade incomparável. Graves bem definidos, limpos, e agudos bonitos e agradáveis.

Caso você goste muito de ouvir música, e goste de um BOM som, um fone “in-ear” é a pedida. Não compre esses genéricos, pois o “in-ear” joga todo o som dentro do ouvido. Se for som bom, será todo o som bom, se for som ruim, irá todo o som ruim. Portanto é muito importante que você pesquise antes, e se prepare pra gastar um pouco mais do que você gastaria com um fone, mas com retorno garantido, tanto na saúde como na satisfação pessoal.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Alegria da bola na Copa das Confederações



A Copa das Confederações, realizada um ano antes da Copa do Mundo de futebol, serve como ensaio para a maior competição mundial. Um ensaio de luxo, reunindo oito seleções de alto escarpe no cenário futebolístico. Serve também como um termômetro da torcida, como medição do entusiasmo que o público anfitrião possui pra esse grande evento. A maior mostra disso é essa edição da copa, primeira realizada no magnífico continente africano, mais precisamente na tão sofrida África do Sul.

É incrível a alegria desse povo com a realização da Copa. Num país que sofreu tanto com o Apartheid, é muito bom de se ver que a alegria africana não morreu com o fim do regime. Na torcida, os anfitriões realizam uma verdadeira festa em boas vindas ao melhor do futebol internacional. Coreografias, caras pintadas, fantasias e as tão barulhentas cornetas ditam o ritmo do show das arquibancadas que será a Copa do Mundo de 2010. Muitas vezes não estão nem ligando para o jogo, dançando de costas para o campo e felizes por apenas estarem fazendo parte da história, não apenas como coadjuvantes, mas também como personagens de destaque.

A alegria do povo africano é impressionante, e mostra que mesmo numa situação dificílima, de pobreza e esquecimento por parte dos “líderes mundiais” não se deve perder a alegria. A África não deve perder sua tão fascinante identidade. E o futebol só contribui para amenizar as grandes dificuldades passadas pelos africanos. É uma lição de vida, e só nos deixa ainda mais ansiosos pelo show que será a Copa do Mundo 2010, com espetáculo não só dentro de campo, mas fora também.

Viva a África!